quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Camada do Ozono




                                  O que representa a camada do Ozono?

A camada de Ozono localiza-se a cerca de 10 a 50 Km por cima das nossas cabeças. Quimicamente é formada por 3 átomos de oxigénio ligados entre si (Fórmula molecular: O3.
Mecanismo de formação da molécula de Ozono
O oxigénio é uma molécula constituída por 2 átomos de oxigénio (O2), os raios ultravioletas provenientes do Sol dissociam a molécula e os átomos de oxigénio separam-se ficando livres (O), para se ligarem ao oxigénio molecular , o que origina o Ozono, como mostra a figura acima:
 Ozono é a camada que nos protege dos raios ultravioletas vindos do Sol, pois serve de filtro à radiação solar ultra violeta (UV), desempenhando uma função essencial para a vida na Terra. Estas radiações podem provocar cancro de pele e também podem danificar o sistema imunológico humano, tornando as pessoas mais vulneráveis a doenças infecciosas. Calcula-se que uma diminuição de 1% na espessura da camada provocaria um aumento de 3 a 6% no aparecimento do cancro da pele.
Qualquer alteração na camada de Ozono pode modificar drasticamente o clima.

O que é meio ambiente?

O meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos.
O conceito de meio ambiente pode ser identificado por seus componentes:
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Completo conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural mesmo com uma massiva intervenção humana e outras espécies do planeta, incluindo toda a vegetação, animais, microorganismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites.

Recursos e fenômenos físicos universais que não possuem um limite claro, como ar, água, e clima, assim como energia, radiação, descarga elétrica, e magnetismo, que não se originam de atividades humanas.
Na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente celebrada em Estocolmo, em 1972, definiu-se o meio ambiente da seguinte forma: “O meio ambiente é o conjunto de componentes físicos, químicos, biológicos e sociais capazes de causar efeitos diretos ou indiretos, em um prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades humanas.”
A Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA) do Brasil, estabelecida pela Lei 6938 de 1981, define meio ambiente como “o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.
O ambiente natural se contrasta com o ambiente construído, que compreende as áreas e componentes que foram fortemente influenciados pelo homem.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Tartaruga-marinha-comum

tartaruga-marinha-comum (Caretta caretta) também chamada de tartaruga-amarelatartaruga-cabeçudatartaruga-meio-penteou tartaruga-mestiça, é uma espécie de tartaruga marinha pertencente à família Cheloniidae. Habita no oceano AtlânticoPacífico e Índico, e no Mediterrâneo. Actualmente é a única espécie do género Caretta. Passa a maior parte da sua vida em habitats marinhos e estuarinos, e as fêmeas só vêm à praia para desovar. O seu potencial de reprodução é extremamente baixo; as fêmeas põem em média quatro ninhadas de ovos e posteriormente passam por um período de aquiescência no qual não põem ovos durante dois ou três anos. A tartaruga-marinha-comum atinge a maturidade sexual entre os 17 e os 33 anos e a sua expectativa de vida é de 47 a 67 anos.[6]

As tartarugas adultas medem em média 90 cm de comprimento e têm um peso médio de 135 kg, embora também se tenham registado exemplares maiores com um comprimento de até 213 cm e um peso de até 545 kg. A cor da pele varia entre amarelo e castanho, e a carapaça é tipicamente castanha–avermelhada. A diferença mais notável entre fêmeas e machos é que os machos têm caudas mais grossas e carapaças mais curtas do que as fêmeas. Não existe dimorfismo sexual entre as fêmeas e machos juvenis.

É uma espécie omnívora, que se alimenta principalmente de invertebrados que vivem no leito marinho. As suas mandíbulas são grandes e poderosas e servem como uma ferramenta eficaz para desfazer as presas. As tartarugas recém-nascidas têm vários predadores e os ovos são especialmente vulneráveis aos predadores e organismos terrestres. Quando atingem a idade adulta, o seu enorme tamanho faz com que os seus predadores se limitem basicamente aos grandes animais marinhos, como os tubarões.

Trabalho feito por : Luis Coelho . Joel Pereira 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tartaruga-comum

A natureza e os recursos naturais

A natureza funciona de acordo com normas próprias. Pelas propriedades químicas e físicas dos materiais e da energia envolvidos em seus processos, os sistemas naturais apresentam uma certa coerência de funcionamento.
MeioComo por exemplo, poderíamos pensar na variação de densidade da água, de acordo com a temperatura, que a faz subir ou descer na atmosfera e nos oceanos. O mesmo ocorre com o ar e com o magma que compõe o manto terrestre. Segundo as leis da termodinâmica, o aquecimento e o resfriamento destas substâncias fluidas provocam sua movimentação, o que acaba influenciando vários outros elementos naturais e produzindo o clima, o movimento dos continentes e a variação das correntes marítimas.
Enquanto isso, as relações entre os gases da atmosfera e os raios solares, provocam grandes variações de aquecimento no planeta, e consequentemente, uma distribuição variada da umidade e das espécies vegetais e animais. As propriedades químicas dos minerais formadores dos solos podem variar a sua fertilidade e, também acabam por ser um dos fatores determinantes na distribuição de ecossistemas no planeta.
O fundamental disso tudo é que não podemos falar do funcionamento da natureza considerando fenômenos isolados. Os fenômenos naturais, sejam os climáticos ou os biológicos, estão em relação direta ou indireta em um complexo jogo de forças ao qual podemos denominar de sistemas naturais. A palavra sistema é importante neste caso porque procura demonstrar que há uma constante interdependência entre os elementos da natureza.
Da mesma forma, o próprio homem, como parte da natureza, é diretamente influenciado pelas normas de seu funcionamento. Com um corpo que depende constantemente da realização eficiente de reações químicas para se manter em funcionamento, os seres humanos não podem desconsiderar as normas naturais. Por mais que tenhamos desenvolvido tecnologia, não podemos desconsiderar o frio intenso, os processos de formação dos solos ou nossa necessidade de alimentos.
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No entanto, através de sua capacidade de raciocínio e de sua organização em sociedade, os homens vêm procurando diminuir as determinações naturais sobre si mesmos. Para tal, é fundamental o desenvolvimento das técnicas e, através delas, a adaptação do meio natural e seu sistema de funcionamento às necessidades humanas. Isto não quer dizer que nós podemos mudar as normas da natureza, mas sim que podemos conhece-las e, assim, arranjar os elementos naturais de forma a conseguirmos melhores condições de vida.
Quando a agricultura foi criada, por exemplo, não se desconsiderou que as plantas têm de passar por um processo de fecundação e então produzir sementes, as quais originam, em boas condições de solo, luminosidade e umidade, outras plantas. A grande invenção da agricultura se baseia justamente no entendimento deste processo e na sua utilização para a produção de alimentos.
Mesmo com a criação de plantas transgênicas, podemos considerar o mesmo fundamento. Descobriu-se que os seres vivos se formam a partir de suas características genéticas, produzidas no processo de fecundação. Criadas as condições técnicas para a modificação destas tais características genéticas, pode-se criar plantas diferentes, que tenham um melhor desempenho na produção de alimentos, por exemplo.
Problemas como a intensificação do efeito estufa, o aumento do buraco na camada de ozônio, a poluição das águas e as chuvas ácidas são decorrentes de uma apropriação desmedida e mal formulada dos sistemas naturais. Além das necessidades de lucros que estão na raiz de tais problemas, podemos também falar da falta de conhecimento suficiente sobre o funcionamento da natureza.
Não podemos nos limitar a afirmar que a solução para os problemas ambientais encontra-se no desenvolvimento da tecnologia, uma vez que este é realizado preferencialmente pelas grandes empresas em busca de lucro.
No caso do Brasil, aparecem outros problemas. No último século, o Brasil passou por uma modernização periférica, baseada na entrada de multinacionais e na continuidade do modelo agrícola voltado para a exportação. Atualmente, passamos por um processo de transformações que tem como objetivo atrair, mesmo que a um custo social elevado, capitais estrangeiros para o país. Nesse contexto, a preocupação com a regulamentação e a fiscalização do uso dos sistemas naturais fica em segundo plano.
De qualquer modo, saber como os sistemas naturais e o meio ambiente funciona, é uma necessidade. Um passo extremamente importante para que possamos criar boas condições de vida para toda a humanidade sem com isso produzir desarranjos ambientais que impeçam a sobrevivência de todas as espécies animais e vegetais.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

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Lenhadores da Costa Oeste dos Estados Unidos serrando um grande exemplar de abeto-vermelho (Abies magnifica), 1910.
Desflorestação, desflorestamento ou desmatamento é o processo de desaparecimento completo e permanente de florestas, atualmente causado em sua maior parte por atividades humanas. Embora o conceito se aplique em senso estrito à perda de florestas, formações vegetais cujo principal componente são as árvores, muitas vezes ele é aplicado às perdas de cobertura vegetal de formações naturalmente esparsas, arbustivas ou rasteiras, como as savanas, as pradarias e o cerrado, significando, em seu sentido lato, a perda permanente de todo tipo de cobertura vegetal original em determinada área. Áreas desflorestadas historicamente mas que por qualquer razão recuperaram sua cobertura não entram no cômputo atual da desflorestação. A desflorestação, que é uma perda quantitativa de superfície florestada, se distingue da degradação florestal, que é uma perda qualitativa em biodiversidade, estrutura ou função de uma floresta. 
A desflorestação não é um fenômeno recente, e há evidências de que em tempos pré-históricos ele já estava em andamento em vários locais do mundo, mas sua extensão e ritmo naquela época remota são difíceis de estimar. O que se sabe é que no início da Revolução Industrial, em meados do século XVIII, grande parte das florestas temperadas do Hemisfério Norte já havia desaparecido, e no século XX o processo se intensificou de maneira acelerada nas florestas tropicais
As florestas são ecossistemas de enorme importância ambiental por uma variedade de razões, e historicamente sempre foram uma das principais bases do florescimento das civilizações. São fontes de inúmeros produtos úteis para o ser humano, como madeira, substâncias medicinais, frutos e fibras, além de vários serviços ambientais. Cerca de 1,6 bilhões de pessoas hoje ganham a vida em alguma atividade ligada às florestas, e cerca de 60 milhões de indígenas em todo o mundo dependem exclusivamente delas para sua subsistência. Elas preservam e purificam as águas doces, impedem a erosão do solo, produzem boa parte do oxigênio da atmosfera e reciclam o gás carbônico, contribuem na regulação do clima e do regime de chuvas, entre muitos outros efeitos benéficos para a manutenção do equilíbrio ecológico da Terra, do qual o bem-estar e mesmo a sobrevivência do homem também dependem diretamente. As florestas tropicais em particular estão entre os ecossistemas com maiores índices de biodiversidade do mundo. Desta forma, como é lógico, o desaparecimento das matas desencadeia inúmeros efeitos negativos sobre o equilíbrio do ambiente global e também sobre a vida humana, em aspectos econômicos, sociais, culturais e mesmo biológicos, afetando virtualmente todas as pessoas do mundo, direta ou indiretamente. 

Madeira de origem ilegal no Brasil, 2008.
Cerca de 31% da superfície terrestre do globo ainda são cobertos por florestas em vários graus de conservação, com aproximadamente 22% delas ainda em condições intocadas. Apesar da significativa cobertura sobrevivente, calcula-se que metade das florestas do mundo já tenha desaparecido, embora por incertezas acerca dos métodos de mensuração e pela dificuldade de definição do que se entende por "floresta" haja discordância nos números exatos. Segundo uma estimativa da FAO, entre 2000 e 2010 o mundo perdeu 130 milhões de hectares de florestas, mas ganhou de volta 78 milhões de hectares em reflorestamentos naturais ou induzidos, com uma média total de perdas de cerca de 5,2 milhões de hectares a cada ano. Quase a totalidade das perdas recentes ocorre nas regiões tropicais, e entre suas causas imediatas estão o clareamento do solo para a agricultura, a pecuária e a urbanização, e a retirada de madeira.De todas, a expansão agrícola é de longe a causa mais importante, respondendo por 80% da desflorestação mundial. 
O desflorestamento é um dos maiores desafios ambientais da atualidade e tem sido objeto de inúmeros estudos científicos, mas ainda é motivo de grande controvérsia a respeito de sua verdadeira extensão, de suas causas profundas, dos mecanismos naturais associados e dos meios de prevenção necessários. Muitos países e organizações internacionais têm elaborado e executado programas e leis para conter seu avanço, mas os seus resultados práticos têm sido pobres e muitas são as dificuldades ainda encontradas para que tais medidas surtam efeito, pois os impactos negativos deste processo até agora poucas vezes são levados em conta nos planos de desenvolvimento das nações, que permanecem presas principalmente a interesses econômicos e políticos mais imediatos, e continuam negligenciados pela sociedade em geral, que ainda não está consciente da gravidade e das vastas implicações da situação ou não se mostra disposta a agir decididamente para reverter esse quadro.                                                                                                                                                                                                                                                      Fonte:  https://pt.wikipedia.org/wiki/Desflorestação      Autores: Dinis Rebelo.Luis Coelho.Joel Pereira.

Vivienne Westwood


  Vivienne Weswood é um ícone internacional da moda. Recentemente, convidou todos nós a fazermos compras com mais sabedoria e a comer menos, mas melhor, especialmente orgânico. Nos últimos anos criou coleções de bolsas feitas de materiais reciclados e roupas eco-friendly para salvar as florestas. No ano passado seu apelo foi para a economia d’água, tornando-se vegetariano, como é a própria estilista.

LINK :  https://www.greenme.com.br/viver/arte-e-cultura/2156-pessoas-famosas-ajudando-o-planeta

 O seu espírito inquieto facilmente a envolver em causas humanitárias e ambientais, como  campanhas pelo desarmamento nuclear, pelos direitos civis de minorias e contra as mudanças climáticas como o Climate Revolution. E,por isso, faz de suas roupas as ‘bandeiras’ perfeitas para defendê-las. Ou polemiza com declarações como a que fez durante apresentação de sua nova coleção em Berlim, na semana passada, onde bradou: Não comprem nada!

link: http://conexaoplaneta.com.br/blog/vivienne-westwood-designer-de-moda-faz-apelo-para-que-seus-consumidores-nao-comprem-nada/

Autores: Luis Coelho.Dinis Rebelo.Joel Pereira

Descoberta nova espécie de abelha em Portugal

Resultado de imagem para nova espécie de abelha descoberta em portugalFoi um acaso feliz. A primeira e única vez que Ana Gonçalves esteve nas margens do rio Vascão, perto de Mértola, em trabalho de campo, para recolher insetos, foi na primavera de 2016. Mas saiu-lhe logo a sorte grande dos biólogos: descobriu uma nova espécie. Neste caso, uma nova abelha, que tem, além disso, a particularidade de ser única na Europa.
Ana Gonçalves, que está neste momento a fazer o mestrado em Biologia da Conservação, na Universidade de Lisboa, não se apercebeu na altura de que tinha um pequeno tesouro científico nas mãos. Nem podia. Como sempre fazia com as abelhas, enviou o exemplar para David Baldock, um inglês que estava na época a completar o catálogo das abelhas de Portugal - e não pensou mais no assunto. Só que, as coisas acabaram por se desenvolver de forma inesperada.
Intrigado com a aparência um pouco bizarra daquela abelha, David Baldock decidiu enviá-la para um especialista francês em entomologia, Gerard Le Goff, que a estudou. E, um belo dia, no ano passado, Ana Gonçalves recebeu um telefonema de Le Goff. A abelha, disse ele, era uma nova espécie, era necessário fazer a sua publicação.

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importancia da vacinação

A vacinação é uma das formas mais eficazes e menos dispendiosas de prevenir doenças infeciosas. Esta forma de imunização ativa está cientif...