quinta-feira, 16 de maio de 2019

Os golfinhos, delfins, peixes-botos, botos ou toninhas são animais cetáceos pertencentes às famílias Delphinidae e Platanistidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
São nadadores privilegiados, às vezes saltando até cinco metros acima da água. Podem nadar a uma velocidade de até 40 quilômetros por hora e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 20 a 35 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, excepto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biossonar ou "Golfinho" procede do grego delphís, através do termo latino delphinu, com influência de "golfo (alto-mar)". "Delfim" procede do grego delphín, através do termo latino delphine."Toninha" procede do termo latino tardio thunnina .ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.Os predadores dos golfinhos são as orcas, os grandes tubarões e principalmente o homem. Os pescadores de atuns, costumam procurar por golfinhos, que também os caçam, ocasião em que ocorre uma protocoperação. O golfinho encontra o cardume e os pescadores jogam as redes aprisionando os peixes e deixam os golfinhos se alimentarem para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as espécies se beneficiam do alimento. Porém, muitas vezes, os golfinhos acabam se enroscando nas redes, podendo morrer.
Em muitos locais do mundo, os golfinhos são pescados, sendo o Japão um dos principais países onde esta prática se mantém, embora os animais "pescados" neste país sejam, muitas vezes, vendidos para outros países, principalmente China e Estados Unidos.
O principal motivo desta pesca é para alimentação, como um substituído para a carne de baleia, quando estas começaram a se tornar raras. Porém muitos golfinhos e orcastambém são capturados para se tornarem "atrações" em parques aquáticos como o SeaWorld por exemplo, sendo que muitos pescas são organizadas para este fim. Porém, mesmo nestas pescas que procuram capturar animais vivos, muitos golfinhos acabam mortos ou feridos, devido às técnicas usadas na captura. Além disso, os animais que não servem para se tornarem "atrações" nos parques, acabam sacrificados para serem vendidos como carne de baleia. E mesmo os que "sobrevivem" à pesca, não estão garantidos, pois muitos não se adaptam à vida em cativeiro e acabam adoecendo ou mesmo morrendo, além de que a maioria dos parques marinhos não tem condições de suprir todas as necessidades destes animais.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos também demonstrou que a longevidade destes animais decai muito em cativeiro. Para piorar a situação, a reprodução deles em cativeiro é quase impossível, o que torna, a pesca de golfinhos, "indispensável".O comprimento das redes, além do necessário, assim como a poluição, também aumentam a predação.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        Resultado de imagem para imagens de golfinhos presos por redes                                      Resultado de imagem para imagens de golfinhos                                                                                                                                  

Efeitos de ciclones tropicais

Os efeitos de ciclones tropicais são geralmente os impactos que ciclones tropicais provocam nas áreas por onde percorrem. Os principais impactos destrutuivos incluem chuvapesada, fortes ventos,[1] grandes marés ciclônicas no momento do landfall e até mesmo tornados. O poder destrutivo de um ciclone tropical depende principalmente de sua intensidade e de seu tamanho. Os ciclones tropicais agem na cobertura florestal, assim como também mudam a paisagem, por mover e remoldar dunas de areias e causando erosão extensiva ao longo da costa. Mesmo quando está sobre terra, pesadas chuvas podem levar a enxurradas de lama e deslizamentos de terra em áreas montanhosas. Seus impactos podem ser sentidos durante um intervalo de tempo por medir a quantidade de Oxigênio 18 dentro de cavernas perto da costa.
Após a passagem do ciclone, a devastação continua. A água parada pode causar a disseminação de doenças e a infraestrutura de transportes e comunicações podem ser destruídas, atrasando a limpeza e os esforços de resgate.[2] Perto de dois milhões de pessoas morreram por causa de ciclones tropicais nos últimos tempos. Apesar de seus efeitos de devastação, os ciclones tropicais também são benéficos, por potencialmente trazer chuvas a áreas secas e mover calor para latitudes mais altas.[3] No mar, os navios pegam vantagens por navegar no lado ocidental (mais fraco) de um ciclone tropical
trabalho feito por : Luis Coelho . Joel Pereira

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Alterações Climáticas: Causas e Consequências

O que são as alterações climáticas?


As alterações climáticas caracterizam-se por uma mudança significativa e prolongada na distribuição estatística dos padrões meteorológicos decorre ao longo de um período que pode ir de décadas a milénios. Este fenómeno pode manifestar-se numa mudança das condições atmosféricas médias, ou numa distribuição de estados do tempo em torno das mesmas, com a maior ou menor ocorrência de fenómenos climáticos extremos.

O aquecimento global (associado às alterações climáticas) é caracterizado pelo aumento inequívoco e continuado da temperatura média do sistema climático da Terra.

Ao longo de décadas, o clima tem estado a aquecer à escala global

O clima é uma medida do padrão médio de variação de elementos meteorológicos como a temperatura, a humidade, a pressão atmosférica, o vento, a precipitação, a concentração de partículas atmosféricas, entre outros, numa dada região e durante longos períodos de tempo. Uma particularidade do clima são as suas oscilações naturais, que se verificam de ano para ano na irregularidade das estações.

Esta variabilidade climática é normal e é o resultado da inconstância das correntes marítimas, da atividade vulcânica, da radiação solar e de outros fatores do clima que escapam ainda à nossa compreensão. Além disso, o clima terrestre manifesta também fenómenos extremos (como cheias, secas, granizo, tornados, furacões, etc.), os quais podem ter efeitos devastadores.

Nas últimas décadas, uma série de estudos e de indicadores têm revelado que o clima está a aquecer numa dimensão global.

A Síntese do Quinto Relatório de Avaliação (Summary for Policymakers of the 5th report) do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas) dirigido aos decisores políticos, publicado em outubro de 2013, declara que: «O aquecimento do sistema climático é inquestionável. Desde a década de 1950, têm-se vindo a observar inúmeras mudanças sem precedente nas últimas dezenas ou mesmo milhares de anos. A atmosfera e os oceanos aqueceram, a quantidade de neve e de gelo diminuiu, o nível médio das águas do mar subiu e a concentração de gases com efeito de estufa na atmosfera aumentou.»

quinta-feira, 2 de maio de 2019





                      Mal trato aos animais

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Abandono – É proibido abandonar intencionalmente na via pública animais que tenham sido mantidos sob cuidado e protecção humanas, num ambiente doméstico ou numa instalação comercial ou industrial. (Lei 92/95)

São proibidas todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os actos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal. (Lei 92/95 de 12 Setembro)

Exigir demais – Exigir a um animal, em casos que não sejam de emergência, esforços ou actuações que, em virtude da sua condição, ele seja obviamente incapaz de realizar ou que estejam obviamente para além das suas possibilidades. (Lei 92/95)

Treino – Nenhum animal de companhia deve ser treinado de modo prejudicial para a sua saúde ou o seu bem-estar, nomeadamente forçando-o a exceder as suas capacidades ou força naturais ou utilizando meios artificiais que provoquem ferimentos ou dor, sofrimento ou angústia inúteis. (D.L. 13/93)


Quando encontra um animal perdido na rua

Quando encontrar um animal perdido na via pública, aproximar-se com cuidado. O animal nestas circunstancias está assustado pelo que se deve agir com cautela. Não gritar nem fazer gestos bruscos; tentar acalma-lo e ganhar a sua confiança. Se possível, verificar se tem algum tipo de identificação visível. Se não tiver, leva-lo a um veterinário para verificar se tem chip de identificação (é um processo simples que não acarreta quaisquer custos).

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Moçambique. Ciclone Kenneth já provocou dois mortos e elevados estragos no Norte de Moçambique

13.221
Tempestade tem a força de um furacão de categoria 4 e entrou esta quinta-feira em Moçambique com ventos de 285km/horas e chuvas intensas. Presidente da República moçambicano apela à calma.
Um mês depois de o ciclone Idai ter atingido Moçambique e provocado mais de 600 mortos e milhares de desalojados, outra tempestade tropical ganhou força e atingiu o norte do país com rajadas de vento de 285km/horas e chuvas intensas, valores superiores ao registados no Idai e equivalentes à categoria 4. O ciclone Kenneth já provocou pelo menos dois mortos em Pemba.
O segundo óbito registado acorreu em Macomia, um dos pontos mais afetados pelo ciclone Kenneth, segundo a ministra da Administração Estatal e Função Pública, Carmelita Namashulua, que falava no balanço diário a partir da província de Cabo Delgado. A primeira morte ocorreu na cidade de Pemba, norte do país, durante a noite passada, devido à queda de um coqueiro tombado pela tempestade.
As autoridades moçambicanas avançaram que pelo menos 16 mil pessoas foram afetadas pelo ciclone e há mais de 18 mil pessoas nos 22 centros de acomodação.
Foi ao início da tarde de quinta-feira que o ciclone começou a aproximar-se de Pemba. Há informação de uma outra vítima mortal  que está por confirmar na vila de Macomia, cerca de 150 quilómetros a norte, na mesma província de Cabo Delgado, acrescentou outra fonte, realçando que a falta de energia e comunicações está a dificultar o levantamento da situação.
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Feito por : Luis Coelho Dinis Rebelo 

Ciclone Kenneth faz pelo menos um morto e estragos no Norte de Moçambique

O ciclone Kenneth provocou já pelo menos um morto na cidade de Pemba, Norte do país, durante a última noite devido à queda de um coqueiro tombado pela tempestade, disse à Lusa fonte da protecção civil local. Há ainda rumores sobre a existência de uma segunda vítima mortal, na vila de Macomia, cerca de 150 quilómetros a norte, também na província de Cabo Delgado, acrescentou outra fonte, mas essa informação está ainda por confirmar – uma tarefa que se pode revelar difícil devido à falta de energia e comunicações.

Informação preliminar aponta para elevados estragos na região, com casas precárias destruídas, levadas pelo vento forte e chuva intensa, e com famílias ao relento no arquipélago das Quirimbas, nomeadamente na ilha do Ibo, e ainda nos distritos do continente de Quissanga, Mucojo, junto à costa, e Macomia, um pouco mais para o interior.

Este é o segundo ciclone a atingir o país – e especificamente a zona Norte – no período de dois meses. Em Março, o ciclone Idai chegou com violência à província de Sofala, matando mais de 600 pessoas e deixando outras tantas sem tecto nem forma de sustento e vulnerável a doenças como a cólera ou a malária.


O distrito de Búzi foi um dos mais afectados: a quase totalidade dos 177 mil habitantes sofreu com a chegada dos ventos fortes e inundações. De acordo com as declarações do director de Agricultura, que falou ao PÚBLICO em Março, a ajuda em géneros e dinheiro ia ser necessária até Março de 2020, altura da próxima safra.

O ano de 2019 fica na História como o primeiro em que o país foi atingido por dois ciclones de categoria três ou superior na mesma época chuvosa. Tanto o Idaie quanto o Kenneth são ciclones tropicais, formados no oceano pela conjugação de “vento vertical” e “temperaturas quentes da superfície da água do mar”, conforme explica um documento no site da Administração Nacional Atmosférica e Oceânica norte-americana (NOAA na sigla original).
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Qual a causa da rutura na barragem no Brasil.Vale, BHP Billiton e Samarco sobre a tragédia em Mariana mostrou que a presença de lama no ponto de ruptura da barragem, onde deveria ter somente areia, é uma das causas do colapso da estrutura, acontecido dia 5 de novembro de 2015. Nesta quarta-feira (29), representantes das empresas apresentaram o resultado de uma investigação com a auditoria internacional Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP

Dezenove pessoas morreram em decorrência do rompimento e a lama atravessou o estado e chegou até o oceano, devastando também parte do Espírito Santo. O corpo de uma pessoa  ainda não foi encontrado. Dentre os mortos. há moradores de distritos de Mariana, além de trabalhadores da Samarco e terceirizados.

O estudo apresenta alguns fatos que já haviam sido detalhados nos inquéritos da Polícia Federal e da Polícia Civil como causas do desastre. Entre eles, estão o recuo da ombreira esquerda, problemas de drenagem e a liquefação dos rejeitos arenosos. O processo de liquefação é quando há um aumento de água nos rejeitos, tornando-os fluidos.

O engenheiro geotécnico Norbert Morgenstern, um dos especialistas que participaram do painel de investigação sobre o rompimento da barragem de Fundão,  explicou, por meio de videoconferência com jornalistas em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que o rompimento foi o resultado de “uma consequência de eventos e condições” e detalhou motivos para que colapso tenha ocorrido na ombreira esquerda. “O fluxo ocorreu na ombreira esquerda por causa do recuo na ombreira esquerda ter sido construído sobre  uma mistura de areia e lama e não apenas areia”, explicou.

Além do recuo, dos problemas de drenagem, da liquefação e do acúmulo de lama onde deveria ter rejeito arenoso, o especialista citou três pequenos abalos sísmicos, que foram registrados poucas horas antes do rompimento. Os abalos, segundo Morgenstern, aceleraram o gatilho da liquefação, iniciando o fluxo de rejeitos.

O engenheiro disse que “uma alteração do projeto em 2011 / 2012 levou a um aumento da saturação, que levou a um potencial de liquefação”. O estudo mostra que, em 2009, houve defeitos na “construção do dreno de fundo”. Segundo os especialistas que participam da auditoria, a barragem foi tão danificada que o sistema não poderia mais ser implementado.

feito por : Luis Coelho Dinis Rebelo


importancia da vacinação

A vacinação é uma das formas mais eficazes e menos dispendiosas de prevenir doenças infeciosas. Esta forma de imunização ativa está cientif...